Trechos iniciais (amostra) da Apostila do Curso:

Estudando
as Mediunidades

 


© Francisco de Carvalho
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Faculdades Paranormais Mediúnicas
Mediunidades Mecânicas
Mediunidades Mentais

Incorporação Mediúnica

As mais conhecidas Mediunidades Mecânicas
Psicografia Mecânica
Pintura Mediúnica
Psicofonia Mecânica
Xenoglossia

As mais conhecidas Mediunidades Mentais
Psicografia Mental
Psicofonia Mental

 



Sumário


Separando o joio do trigo 

Faculdades Paranormais Mediúnicas

Incorporação Mediúnica

As mais conhecidas Mediunidades Mecânicas

As mais conhecidas Mediunidades Mentais

As mais conhecidas Faculdades Paranormais Não Mediúnicas 

Os mais conhecidos Sentidos Paranormais 

Os chamados Efeitos Físicos 

Complemento


Observação - Os quatro títulos acima, que estão destacados com letras maiores, correspondem aos capítulos que foram extraídos do livro inédito "Paranormalidades Humanas, inclusive Mediunidades", do mesmo autor. Os demais itens, em letras bem menores, não fazem parte deste trabalho, e sim apenas informam os títulos dos capítulos restantes do mencionado livro.



Faculdades Paranormais
Mediúnicas


Convenções
Para facilitar a nossa comunicação
Adotaremos o termo "Mediunidade" - denominação essa que praticamente já é conhecida de todos - em vez daquele nome tecnicamente correto e completo (porém muito comprido) que é "Faculdade paranormal Mediúnica". Entretanto, que esta medida de ordem prática não nos faça esquecer que a Mediunidade é uma Faculdade paranormal Mediúnica.
Com a mesma finalidade
Também empregaremos aqueles dois termos já bastante conhecidos e popularizados:
Médium - Um encarnado que, obrigatoriamente, é dotado de uma Mediunidade que lhe permite ser instrumento do "seu" guia mediúnico, para que este, o "seu" guia mediúnico, possa realizar (direta e/ou indiretamente) ações mediúnicas no plano físico.
Guia mediúnico - Um benfeitor desencarnado que, direta e/ou indiretamente, realiza ações mediúnicas no plano físico, obrigatoriamente através do "seu" médium.

Classificação das Mediunidades
Que critério/s devemos adotar?
Para, adequadamente, classificar as Mediunidades, mas não com rigorosa preocupação acadêmica e muito menos na base de preciosismos, e sim didaticamente visando facilitar ao máximo a sua sadia, lúcida e (principalmente) fácil compreensão, o bom senso nos orienta empregar aqueles dois possíveis pontos de vista que, sem dificuldade, podemos observar na prática das Mediunidades:
Em primeiro lugar - A atuação, durante a ação mediúnica, do guia mediúnico sobre o seu médium, no qual está mediunicamente conectado naquele momento. Em verdade, este é o critério decisivo porque, por um lado, a maneira como o guia mediúnico atua sobre o seu médium, e por outro lado, que partes do corpo físico do seu médium o guia mediúnico utiliza para poder realizar a ação concreta no plano físico, são os dois fatores que realmente definem a classificação de cada Mediunidade.
Em segundo lugar - A atuação do médium - em transe mediúnico - durante a ação mediúnica, que basicamente compreende três aspectos:
-- Ele tem (ou não) consciência do que está ocorrendo?
-- Se quiser, ele pode (ou não) intervir?
-- Se quiser, ele pode (ou não) colaborar?
Este importante ponto de vista será analisado em cada uma das classificações das Mediunidades.
Observação - Adiante veremos, em detalhes, que existe um terceiro ponto de vista, também importante, que diz respeito ao chacra etérico (situado no corpo etérico) do médium no qual o guia mediúnico atua magneticamente para fazer a indispensável ligação magnética com o corpo físico do seu médium. No entanto, esse terceiro ponto de vista agora não será considerado porque não é relevante para a classificação que desejamos fazer.
Considerando a atuação do guia mediúnico
A princípio - atenção! - mas apenas a princípio, ou seja, meramente num esboço inicial, as Mediunidades poderiam didaticamente ser classificadas simplesmente em dois grupos bem distintos, cada um perfeitamente caracterizado: Mediunidade Mental e Mediunidade Mecânica:
Na Mediunidade Mental - Para executar a ação mediúnica no plano físico, o guia mediúnico nunca utiliza nenhuma parte do corpo físico do seu médium, e sim apenas envia para o cérebro físico do seu médium as suas ordens (ou instruções ou solicitações) mentais.
Na Mediunidade Mecânica - Para poder realizar a ação mediúnica no plano físico, o guia mediúnico, obrigatoriamente, precisa utilizar uma parte ou a totalidade do corpo físico do seu médium.
Analisemos esse esboço de classificação
Quanto às Mediunidades Mentais, tudo bem porque todas elas, do ponto de vista da atuação do guia mediúnico, são assim mesmo. Mas as Mediunidades Mecânicas não devem ser englobadas em uma classificação única porque, do ponto de vista da atuação do guia mediúnico, constituem dois tipos bem diferenciados:
Por um lado - Em um tipo, que compreende a esmagadora maioria dos casos, as Mediunidades Mecânicas são, sem nenhuma dúvida, localizadas porque cada guia mediúnico usa apenas uma parte específica do corpo físico do seu médium, por exemplo, as mãos para a Psicografia Mecânica.
Por outro lado - No segundo tipo, que abrange apenas um único (porém extremamente significativo) caso, a Mediunidade Mecânica não é localizada e sim nitidamente plena! Trata-se da conhecida Incorporação Mediúnica, na qual a situação é bem diferente porque a liberdade de atuação do guia mediúnico, em vez de ser restrita e localizada numa determinada parte do corpo físico do seu médium, pode ser praticamente total haja vista que ele, o guia mediúnico, pode utilizar completamente o corpo físico do seu médium.
Conclusão
Do ponto da atuação do guia mediúnico sobre o seu médium, as Mediunidades, para poderem ser bem compreendidas, devem ser classificadas nesses três grupos que acabamos de verificar que realmente existem:
- Mediunidade Mental
- Mediunidade Mecânica Localizada
- Mediunidade Mecânica Plena

Mediunidades Mentais
A atuação do guia mediúnico
Na Mediunidade Mental, para realizar a ação mediúnica no plano físico, o guia mediúnico não utiliza nenhuma parte do corpo físico do seu médium mental. Ele apenas envia suas ordens ou instruções ou solicitações mentais para o seu médium mental. Este, em recebendo tais ordens ou instruções ou solicitações mentais, fica sabendo exatamente aquilo que o seu guia mediúnico quer que ele (voluntariamente) faça.
A atuação do médium mental
Na Mediunidade Mental, o médium mental sempre permanece plenamente lúcido e consciente durante toda a ação mediúnica, inclusive com liberdade total e absoluta para fazer o que quiser e puder.
Direção, Comando e Execução
Na Mediunidade Mental, uma das fundamentais características é o fato da execução da ação mediúnica propriamente dita depender também e principalmente da vontade e do livre-arbítrio do médium mental.
Justamente por este motivo, a execução de cada uma e todas as Mediunidades Mentais, sem nenhuma exceção, poderia ser dividida em duas partes consecutivas porém nitidamente independentes: a ação do guia mediúnico e a ação do médium mental.
Primeira Parte - A ação do guia mediúnico
Na Mediunidade Mental, o guia mediúnico, inicialmente, faz a indispensável ligação magnética com o seu médium mental, em seguida envia para aquele seu médium mental, com o qual está mentalmente conectado, as suas idéias e os seus pensamentos que definem exatamente o que ele quer que aquele seu médium mental faça.
Lembrete - É importante frisar que, na Mediunidade Mental, o guia mediúnico não tem a mínima condição de intervir na ação física que, naquele momento, está sendo executada (ou não) pelo seu médium mental ao qual está mentalmente conectado naquele momento.
Segunda parte - A ação do médium mental
O médium mental, em recebendo as determinações mentais do seu guia mediúnico ao qual naquele momento está mentalmente conectado, por sua exclusiva iniciativa e sob o único comando do seu livre-arbítrio, basicamente tem três alternativas:
Primeira alternativa - O médium mental, ao pé da letra, fará exatamente aquilo que o seu guia mediúnico lhe determinou fazer, sem a menor alteração.
Segunda alternativa - O médium mental fará aquilo que o seu guia mediúnico lhe mandou fazer, porém introduzindo determinadas modificações - alterações, supressões, acréscimos, etc. - por sua própria conta.
Terceira alternativa - O médium mental, taxativamente, se recusará a cumprir todas as determinações recebidas do seu guia mediúnico, ou seja, ele cruzará os braços e "simplesmente" não executará aquela ação mediúnica.
Finalidades das Mediunidades Mentais
Por todas essas características particulares e exclusivas que acabamos de analisar, as mais conhecidas aplicações das Mediunidades Mentais são escrever mensagens e livros, fazer palestras e dar consultas.

Mediunidades Mecânicas Localizadas
Atuação do guia mediúnico
Na Mediunidade Mecânica Localizada, para realizar a ação mediúnica no plano físico, o guia mediúnico, obrigatoriamente, utiliza parcialmente o corpo físico do seu médium mecânico. 
Em outras palavras, durante a ação mediúnica, uma parte específica (mas única e exclusivamente uma parte específica) do corpo físico do médium mecânico (mãos, pés, aparelho fonador) é utilizada pelo seu guia mediúnico.
Direção, comando e execução
Na Mediunidade Mecânica Localizada, em tese, toda a ação mediúnica é dirigida, comandada e executada exclusivamente pelo guia mediúnico que, naquele momento, está atuando no seu médium mecânico. Também em tese, o médium mecânico permanece passivo durante toda a ação mediúnica. Mas, na prática, tudo isto também dependerá do médium ser do tipo "consciente" ou "inconsciente".
Primeiro tipo de atuação do médium mecânico
Enquanto ocorre a Mediunidade Mecânica Localizada, o médium mecânico, em transe mediúnico, permanece com consciência (em maior ou menor grau) da ação mediúnica que naquele momento está sendo realizada no plano físico, pelo seu guia mediúnico, através de uma parte do seu corpo físico. Caso a caso, com maior ou menor grau de dificuldade, ele poderá intervir, parcial ou totalmente, naquela ação mediúnica, mas, em determinadas situações, o seu guia mediúnico poderá impedi-lo de fazer isso.
Este é o caso mais comum e praticamente generalizado de Mediunidade Mecânica Localizada, no qual o médium mecânico é classificado no tipo "consciente".
Observação - Considerando que essa consciência do médium mecânico, caso a caso, ocorre em maior ou menor grau, talvez a classificação mais adequada fosse no tipo "semiconsciente".
Segundo tipo de atuação do médium mecânico
Durante o exercício da Mediunidade Mecânica Localizada, o médium mecânico, em transe mediúnico, não tem consciência da ação mediúnica que naquele momento está sendo realizada no plano físico, ou seja, ele não tem a menor idéia do que está sendo feito pelo seu guia mediúnico através de uma parte do seu corpo físico. Como é óbvio, ele não tem nenhuma condição de intervir naquela ação mediúnica.
Neste caso raro - repetindo e frisando - neste caso muito raro de inconsciência plena e total do médium mecânico durante toda a ação de uma Mediunidade Mecânica Localizada, convencionou-se classificar esse médium mecânico no tipo "inconsciente".
Finalidades das Mediunidades Mecânicas Localizadas
Como é perfeitamente compreensível, as Mediunidades Mecânicas Localizadas destinam-se à realização daquelas ações mediúnicas no plano físico para as quais os médiuns mecânicos não têm suficiente capacidade para executar, participar ou mesmo colaborar. Como é óbvio, em tais situações, em existindo interferência do médium mecânico, o resultado poderá ser prejudicial ou até desastroso.
Eis os exemplos mais conhecidos de Mediunidades Mecânicas Localizadas: Pintar um belo quadro em questão de minutos. Fazer uma palestra num idioma que o médium mecânico não conhece ou acerca de assuntos que ele nunca ouviu falar. Escrever um livro em tempo recorde ou sobre temas desconhecidos do médium mecânico.
Um curioso episódio - Um determinado livro, de autoria mediúnica de Emmanuel, virou um caso célebre porque as suas páginas pares foram psicografadas por Chico Xavier, em Uberaba/SP, enquanto as páginas ímpares foram simultaneamente psicografadas em São Paulo/SP por Waldo Vieira. Como é evidente, aqueles dois (conceituados) médiuns só conseguiram entender perfeitamente o conteúdo daquele livro quando, finalmente, puderam juntar as páginas pares e ímpares...
Na esmagadora maioria dos casos
Nas Mediunidades Mecânicas Localizadas, em cada ação mediúnica apenas um único guia mediúnico atua sobre um único médium mecânico. Porém, tal qual naquele exemplo extremo de Psicopictografia (Pintura Mediúnica) de vários quadros simultâneos, em situações especiais mais de um guia mediúnico pode, ao mesmo tempo, atuar no mesmo médium mecânico.
Além disto, nada impede que um médium mecânico tenha mais de um guia mediúnico, cada um com as suas habilidades específicas.

Mediunidades Mecânicas Plenas
("Incorporações Mediúnicas")
Atuação do guia mediúnico
Na Mediunidade Mecânica Plena - que popularmente é conhecida como Incorporação Mediúnica - para realizar a ação mediúnica no plano físico, o guia mediúnico, obrigatoriamente, utiliza totalmente o corpo físico do seu médium de incorporação. Em outras palavras, durante a ação mediúnica, todo o corpo físico do médium de incorporação é utilizado pelo seu guia mediúnico.
Direção, comando e execução
Na Mediunidade Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica), em tese, toda a ação mediúnica é dirigida, comandada e executada exclusivamente pelo guia mediúnico que, naquele momento, está atuando no seu médium de incorporação. Também em tese, o médium de incorporação permanece passivo durante toda a ação mediúnica. Mas, na prática, tudo isto também dependerá do médium de incorporação ser do tipo "consciente" ou "inconsciente".
Primeiro tipo de atuação do médium de incorporação
Enquanto ocorre a Mediunidade Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica), o médium de incorporação, em transe mediúnico, permanece com consciência (em maior ou menor grau) da ação mediúnica que naquele momento está sendo realizada no plano físico, pelo seu guia mediúnico, através de todo o seu corpo físico. Caso a caso, com maior ou menor grau de dificuldade, ele poderá intervir, parcial ou totalmente, naquela ação mediúnica, mas, em determinadas situações, o seu guia mediúnico poderá impedi-lo de fazer isso.
Este é o caso mais comum e praticamente generalizado de Mediunidade Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica), no qual o médium de incorporação é classificado no tipo "consciente" ou, como já vimos, "semiconsciente".
Segundo tipo de atuação do médium de incorporação
Durante o exercício da Mediunidade Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica), o médium de incorporação, em transe mediúnico, não tem consciência da ação mediúnica que naquele momento está sendo realizada no plano físico, ou seja, ele não tem a menor idéia do que está sendo feito pelo seu guia mediúnico através do seu corpo físico. Como é óbvio, ele não tem nenhuma condição de intervir naquela ação mediúnica.
Neste caso raro - novamente repetindo e frisando - neste caso muito raro de inconsciência plena e total do médium de incorporação durante toda a ação de uma Mediunidade Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica), convencionou-se classificar esse médium de incorporação no tipo "inconsciente".
Finalidade da Mediunidade Mecânica Plena
Como é lógico, a Mediunidade Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica) destina-se à realização daquelas ações mediúnicas no plano físico que exijam a utilização plena e total dos corpos físicos dos médiuns de incorporação. A diferença básica com as Mediunidades Mecânicas Localizadas é a possibilidade que têm os médiuns de incorporação de participarem, até ativamente, em alguns tipos de Mediunidade Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica).
Por exemplo, nos Passes Mediúnicos sempre é desejável e bem-vinda a participação ativa dos médiuns-passistas competentes, mas nunca nas Cirurgias Mediúnicas, quando seriam desastrosas as intervenções dos médiuns de incorporação.
Na esmagadora maioria dos casos
Tal qual na Mediunidade Mecânica Localizada, na Mediunidade Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica) em cada ação mediúnica o normal é apenas um único guia mediúnico atuar sobre um único médium de incorporação, mas, em tese, nada impede que mais de um guia mediúnico atue simultaneamente sobre o mesmo médium de incorporação.
Também, tal qual na Mediunidade Mecânica Localizada, é normal o médium de incorporação ter mais de um guia mediúnico, cada um com a sua especialidade.

Como se processam as Mediunidades
Salvo desconhecidas exceções
Todas as Mediunidades, tanto as Mentais quanto as Mecânicas Localizadas quanto a Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica) sempre ocorrem da seguinte maneira:
Em primeiro lugar
O guia mediúnico, utilizando o seu corpo astral, obrigatoriamente atua magneticamente em um ou mais chacras etéricos do seu médium. Deste modo - atenção! - única e exclusivamente deste modo o guia mediúnico pode atuar no corpo físico do seu médium, seja apenas para enviar suas ordens (ou instruções ou solicitações) mentais para o cérebro físico do seu médium mental, no caso das Mediunidades Mentais, seja para utilizar uma determinada e específica parte do corpo físico do seu médium mecânico, no caso das Mediunidades Mecânicas Localizadas, seja para utilizar a totalidade do corpo físico do seu médium de incorporação, no caso da Mediunidade Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica).
Em segundo lugar
Em dois casos de ações mediúnicas é obrigatoriamente exigido que o guia mediúnico e o seu médium estejam bastante próximos um do outro:
-- Nas Mediunidades Mecânicas Localizadas, porque o guia mediúnico utiliza uma parte do corpo físico do seu  médium mecânico.
-- E mais ainda na Mediunidade Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica) porque o guia mediúnico utiliza a totalidade do corpo físico do seu médium de incorporação.
Mas, pelo menos dentro da lógica, esta exigência não deve se aplicar para as Mediunidades Mentais, quando o guia mediúnico, se quiser e puder, poderá permanecer pouco ou muito distante do seu médium mental durante a ação mediúnica.
Em terceiro lugar
Em todas as Mediunidades, na maioria dos casos é um único guia mediúnico que atua em um único chacra etérico do seu médium.
-- Por exemplo, em cada uma das Mediunidades Mentais sempre é um guia mediúnico que se liga magneticamente ao chacra etérico frontal do seu médium mental.
Raramente, mais de um guia mediúnico atua em mais de um chacra etérico do seu médium.
-- Por exemplo, num caso de Psicopictografia de quatro quadros simultâneos, atuam, ao mesmo tempo, quatro guias mediúnicos, todos obviamente exímios pintores desencarnados. Um deles se liga magneticamente àquele chacra etérico do seu médium mecânico que lhe permite utilizar e controlar a mão direita do corpo físico daquele médium. O outro se liga magneticamente àquele chacra etérico do seu médium mecânico que lhe permite utilizar e controlar a mão esquerda do corpo físico daquele médium. O outro se liga magneticamente àquele chacra etérico do seu médium mecânico que lhe permite utilizar e controlar o pé direito do corpo físico daquele médium. O outro se liga magneticamente àquele chacra etérico do seu médium mecânico que lhe permite utilizar e controlar o pé esquerdo do corpo físico daquele médium.
Observação - Pelo menos nos casos de Mediunidades Mecânicas Localizadas e de Mediunidade Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica), como já vimos anteriormente, somente o corpo etérico e somente um ou mais chacras etéricos de quem já nasceu médium mecânico ou médium de incorporação devem estão convenientemente adaptados para possibilitar que um ou mais desencarnados neles atuem mediunicamente.
Em quarto lugar
Todas as Mediunidades - sejam Mentais, Mecânicas Localizadas ou Mecânica Plena (ou Incorporação Mediúnica) - para serem bem praticadas, obrigatoriamente exigem tanto a prévia adaptação quanto as adequadas interação e (principalmente) afinidade entre cada guia mediúnico e o seu médium.
Em todos os casos, tudo indica que o guia mediúnico precisa se esforçar muito para vencer as naturais dificuldades iniciais, e finalmente poder fazer a eficaz ligação magnética com o seu médium. Com certeza, um grave e sério agravante àquelas dificuldades iniciais é o comportamento arredio e indisciplinado de muitos médiuns, principalmente nas fases de desenvolvimentos das suas Mediunidades.
Tudo isto explica a praticamente obrigatória fase preliminar de todas as Mediunidades - o chamado "desenvolvimento mediúnico" - que para uns médiuns dura dias ou semanas, enquanto para outros pode levar meses e até anos.
Observação
É evidente que, quanto mais e melhor compararmos os três grupos de Mediunidades, destacando suas semelhanças e diferenças, mais e melhor poderemos compreender o funcionamento das Mediunidades. Assim sendo, agora analisaremos o aspecto quantitativo. Ou seja:
-- Em cada grupo de Mediunidade, quantos tipos diferentes de Mediunidades ocorrem ou podem ocorrer?
Três Respostas
Primeira
-
Tecnicamente, existem alguns tipos específicos e claramente diferenciados de Mediunidades Mecânicas Localizadas, cada uma perfeitamente caracterizada e até tendo o seu nome próprio. Por exemplo, na Psicofonia Mecânica o guia mediúnico utiliza o aparelho fonador do corpo físico do seu médium mecânico para fazer uma palestra, enquanto na Psicografia Mecânica o guia mediúnico utiliza a mão do corpo físico do seu médium mecânico para escrever uma mensagem.
Segunda - Tecnicamente, não existem vários tipos de Mediunidades Mentais, e sim através de uma mesma (e única) maneira o guia mediúnico envia sua ordem ou instrução ou solicitação mental para o cérebro físico do seu médium mental. Este, dependendo do teor da ordem ou instrução ou solicitação do seu guia mediúnico, poderá fazer uma palestra (Psicofonia Mental) ou escrever uma mensagem (Psicografia Mental).
Terceira - Tecnicamente, também não existem vários tipos de Mediunidades Mecânicas Plenas (ou Incorporações Mediúnicas), e sim o guia mediúnico, utilizando plenamente o corpo físico do seu médium de incorporação, pode fazer uma palestra ou dar passes mediúnicos ou dar consultas ou fazer cirurgias, conforme sejam as suas possibilidades e competência.


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