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Trechos iniciais
(amostra) dos textos originais do Livro Inédito:
AUTOPRANERGIZAÇÃO
ou
AUTO-ENERGIZAÇÃO COM PRANA
© Francisco de Carvalho
francisco@portaluz.com.br
site PortaLuz (porta-luz) www.portaluz.com.br
Este
trabalho é um resumo do livro “Pranergização”, do mesmo autor.
Infelizmente, ainda não contém as várias ilustrações daquele livro
ainda inédito. Foi elaborado, de maneira deliberadamente sucinta e
compacta – sem aqueles aprofundamentos que enriqueceriam esta obra
porém poderiam ser, como foram, dispensados sem prejuízo da finalidade
deste resumo – para atender as solicitações feitas ao autor,
principalmente por aqueles que querem aumentar a eficácia dos seus
trabalhos energéticos extrafísicos e/ou desenvolver e/ou harmonizar os
seus chacras.
=
1 =
Aviso Extremamente Importante!
PRIMEIRA
HIPÓTESE
Se você vai apenas ler este texto, tudo bem.
Nenhum problema! Não há necessidade de nenhum alerta.
SEGUNDA
HIPÓTESE
Se você decidir praticar, com assiduidade e regularidade, os
simples, fáceis e rápidos exercícios aqui descritos, por favor preste a
máxima atenção ao seguinte esclarecimento:
O primeiro resultado principal desses seus exercícios será o gradativo e
harmônico desenvolvimento dos seus chacras etéricos e astrais, e o
segundo resultado principal – uma conseqüência inevitável daquele
primeiro resultado – será o gradativo aumento, no seu campo magnético
extrafísico, de um superávit de Prana.
Que bom!
Isto é ótimo, maravilhoso,
fabuloso, etc., ainda mais porque poderão existir outros resultados
positivos, por exemplo, o gradativo desenvolvimento da sua saúde e da sua
vitalidade.
Mas, por favor, preste atenção!
Muita atenção!
É óbvio que, se você
concretizar aquela segunda hipótese, aqueles dois resultados principais
poderão aumentar, em muito, a eficácia da sua doação (ou transfusão)
de suas energias extrafísicas, por exemplo, se você aplica regularmente
Passes Magnéticos e/ou Passes Mediúnicos ou até Reiki e/ou Johrei.
No entanto, se você não faz, regularmente, um daqueles tipos de transfusão
energética, ou seja, se você não doa, pelo menos uma vez por semana, a grande parte
daquela sua quantidade extra de Prana, aquele crescente superávit de
Prana armazenado – não utilizado e possivelmente desgovernado
– no seu campo magnético extrafísico poderão lhe fazer mal, muito
mal.
Para ilustrar isto, lembremo-nos daquela metáfora que nos ensina
que, na dosagem certa, um bom remédio faz bem, mas em excesso, mesmo um
remédio maravilhoso faz mal e até pode matar.
Neste caso,
que males energéticos poderão acontecer com você?
Desconsiderando outras possíveis
conseqüências energéticas mais graves e sérias, no mínimo você poderá
se transformar numa pessoa desastrada, daquele tipo que derruba e/ou
quebra tudo que pega e/ou usa, até aparelhos eletrônicos...
=
2 =
Prana x Chacra Esplênico x Demais Chacras
FORNECEDOR
DO PRANA
Conhecemos muito bem a luz e o calor que o Sol, distante de
nós cerca de 150 milhões de quilômetros, envia-nos ininterruptamente.
Além dessas energias físicas, o Sol nos envia, ininterruptamente, muitas
outras energias extrafísicas. Uma delas é o Prana, o qual recebemos
“in natura”, tal qual foi gerado pelo Sol.
Em verdade
O Sol fornece,
ininterruptamente, Prana para todas as dimensões terrenas, ou seja, o Sol
nos envia Prana Físico, Prana Etérico, Prana Astral, etc.
CAPTAÇÃO
DO PRANA
Dos nossos chacras principais – cujas localizações em
relação ao corpo físico veremos adiante – um deles dedica-se, com
exclusividade e em tempo integral, a captar o Prana e com ele nos
energizar ininterruptamente.
Qual é?
Trata-se do nosso Chacra Esplênico!
Depois voltaremos a este nosso tão importante chacra.
NOSSOS
CHACRAS
São nossos órgãos extrafísicos que, mal comparados,
assemelham-se a pires ou rodas girantes. Normalmente têm diâmetro médio
em torno de 10 a 15 cm, mas podem ser maiores naqueles chacras mais
desenvolvidos, ou menores nos menos desenvolvidos.
Todos têm “hélices” ou “pás” que, em situação
normal, giram constantemente no sentido horário do ponto de vista de quem
observa o chacra de outra pessoa.
Numa comparação grosseira, se vistos de frente parecem ventiladores e/ou
exaustores em movimento. Na realidade constituem depressões côncavas,
dinâmicas e “afuniladas para dentro” no nosso campo magnético.
Temos chacras etéricos e astrais
Os etéricos localizam-se no
nosso corpo etérico, e os astrais no nosso corpo astral ou “perispírito”.
Os nossos chacras etéricos são depressões energéticas existentes na
superfície do campo magnético do nosso corpo etérico, e os nossos
chacras astrais depressões energéticas existentes na superfície do
campo magnético do nosso corpo astral.
O autor tem
motivos para considerar como principais oito chacras nossos: Básico,
Genésico, Esplênico, Umbilical, Cardíaco, Laríngeo, Frontal e Coronário.
Que motivos são estes?
Os nossos Chacras Básico e
Esplênico
são atípicos em relação aos demais porque são exclusivamente
energizadores nossos, como veremos adiante.
Os outros seis são típicos porque têm como funções principais emitir
nossas energias extrafísicas (em verdade, transformam nossos pensamentos,
sentimentos, emoções, etc. em energias extrafísicas, as quais emite) e
captar energias extrafísicas alheias, sejam humanas ou da natureza.
NOSSOS
CHACRAS X NOSSOS CORPOS
Aqui na Terra utilizamos, simultaneamente, vários corpos.
Para diferenciar a situação corpórea de encarnados e desencarnados,
vejamos apenas os nossos três corpos mais densos, os nossos corpos físico,
etérico e astral:
a) Quando e enquanto estamos encarnados utilizamos, simultaneamente,
nossos corpos físico, etérico e astral.
b) Quando e enquanto nós, encarnados, estamos despertos e lúcidos no
plano físico, esses nossos três corpos estão interpenetrados, ou seja,
ocupam o mesmo espaço, embora situados em dimensões diferentes.
c) Quando e enquanto nós, encarnados, estamos dormindo, em verdade dorme
apenas o nosso corpo físico. Enquanto isto, o nosso corpo etérico paira
ou flutua a poucos metros acima do nosso corpo físico, e nós, utilizando nosso
corpo astral, temos no plano astral – o chamado “mundo dos
desencarnados” – as atividades que quisermos e/ou pudermos.
d) Nós encarnados, quando desencarnarmos, perderemos nossos corpos físico
e etérico, que morrerão e se desintegrarão. A partir daí, na condição
de desencarnados, utilizaremos apenas nosso corpo astral, com o qual
viveremos no plano astral.
e) Em resumo, somente os encarnados têm e podem utilizar simultaneamente corpos
físico, etérico e astral. E os desencarnados apenas corpo astral.
Lembrete
Temos outros corpos sutis ou
extrafísicos, por exemplo, mente instintiva, corpo mental e corpo causal.
Deliberadamente não os analisamos porque, para a comparação corpórea
entre encarnados e desencarnados que acabamos de fazer, foi suficiente
aqueles nossos três corpos mais densos.
CHACRAS
ETÉRICOS X CHACRAS ASTRAIS
Os nossos chacras etéricos e astrais, embora situados em
planos vibratórios diferentes, são e estão intimamente ligados, haja
vista que a cada um dos nossos chacras etéricos corresponde um dos nossos
chacras astrais, homônimo.
Por exemplo, ao nosso Chacra Etérico Básico corresponde o nosso Chacra
Astral Básico. Nessa correspondência direta e ininterrupta dos nossos
chacras etéricos e astrais homônimos, o que ocorre com um imediatamente
repercute no outro.
Localização dos nossos oito
chacras principais
em relação ao nosso corpo físico
Chacra Básico
– Sobre o final da coluna vertebral
Chacra Genésico – Sobre a virilha
Chacra Esplênico – Sobre o baço.
Chacra Umbilical – Sobre o umbigo.
Chacra Cardíaco – Sobre o coração.
Chacra Laríngeo – Sobre o meio da
garganta.
Chacra Frontal – Sobre o meio da testa.
Chacra Coronário – Sobre o alto da cabeça.
Observação
O autor considera improdutiva a
antiga discussão sobre a localização exata de cada chacra principal
porque a diferença em questão é na ordem de poucos centímetros.
Por exemplo, uns dizem que o Chacra Coronário
situa-se naquela parte de trás da cabeça onde os padres fazem a tonsura,
enquanto outros teimam em afirmar que se localiza no meio da cabeça,
naquele local da moleira dos bebês. Uns dizem que o Chacra
Básico situa-se no final da coluna vertebral, outros que se
localiza entre o ânus e o órgão sexual. Uns dizem que o Chacra Umbilical
situa-se exatamente sobre o umbico, outros que está um pouco acima.
VOLTANDO
À CAPTAÇÃO DO PRANA
Ininterruptamente, absorvemos o Prana Etérico pelo nosso
Chacra Etérico Esplênico, e o Prana Astral pelo nosso Chacra Astral Esplênico.
Observação
Simultaneamente, também
captamos o Prana Físico que, ininterruptamente, pega carona na nossa
respiração. Aliás, não é à toa que o ar é o nosso principal
alimento, aquele sem o qual nosso corpo físico morre em poucos minutos.
Em verdade, as florestas, rios, lagos, oceanos, etc. – e até as
grandes árvores, mesmo isoladamente – são reservatórios naturais
de Prana Físico.
Dúvida?
É possível que o Sol não nos
envie o Prana Físico, e sim apenas o Prana Etérico, o Prana Astral e
outros Pranas mais sutis ainda.
Neste caso, seriam aqueles elementos da natureza – árvores, oceanos,
etc. – que captariam o Prana Etérico e o transformariam em Prana Físico,
o qual emitiriam para a atmosfera ao redor deles?
CIRCUITO
DE ENERGIZAÇÃO DO PRANA
Enquanto ininterruptamente capta o Prana Etérico, nosso
Chacra Etérico Esplênico energiza cada um e todos os nossos demais
chacras etéricos, e também o nosso sistema nervoso, utilizando o Prana
Etérico. Chegando em cada um dos nossos demais chacras etéricos, aos
quais energiza, o Prana segue para o plexo nervoso correspondente a cada
chacra etérico, aos quais energiza, e daí se dirige aos órgãos do
nosso corpo físico correspondentes a cada chacra etérico, aos quais
energiza.
Finalmente, fazendo o caminho inverso, o saldo do Prana Etérico retorna
ao nosso campo magnético etérico, onde fica armazenado.
Como é evidente
Um processo similar a esse, sem
tirar nem pôr, ocorre no nosso corpo astral. Em outras palavras, o nosso Chacra
Astral Esplênico faz a mesma coisa com o Prana Astral.
CHACRAS ETÉRICOS X
CORPO FÍSICO
Chacra Etérico Esplênico
Já vimos que está ligado a
todo o nosso corpo físico através dos nossos demais chacras etéricos
principais e dos correspondentes plexos nervosos, e também do nosso
sistema nervoso neurovegetativo, aos quais energiza (a todos) com o
Prana Etérico que continuamente capta.
Chacra Etérico Básico
Como já vimos anteriormente,
tal qual o nosso Chacra Etérico Esplênico, o nosso Chacra Etérico Básico
é um chacra exclusivamente energizador. A energia etérica que capta é o
Kundaline, também proveniente do Sol. Mas, ao contrário do Prana, o
Kundaline não é captado “in natura”, e sim após penetrar no
interior da Terra, de onde retorna à superfície impregnado de potentes
energias primárias deste nosso planeta.
Enquanto capta o Kundaline, o nosso Chacra Etérico Básico energiza, com
o Kundaline, a nossa
função sexual física e, secundariamente, colabora (pelo menos) com a circulação
sanguínea do nosso corpo físico.
Também já vimos
Através do correspondente plexo
nervoso do nosso corpo físico, cada um dos nossos demais seis chacras
etéricos principais está ligado a uma parte do nosso corpo físico. Vejamos essas
principais ligações:
Chacra Etérico Genésico – Aparelho Reprodutor.
Chacra Etérico Umbilical – Aparelhos Digestivo e
Urinário. Sistema Nervoso NeuroVegetativo.
Chacra Etérico Cardíaco – Aparelho Circulatório
e, secundariamente, Aparelho Respiratório.
Chacra Etérico Laríngeo – Aparelhos Respiratório,
Auditivo, Fonador e Imunológico.
Chacra Etérico Frontal – Aparelhos Neurológico e
Visual. Sistema Nervoso Central. Observação – Este nosso chacra
etérico mental
tem a peculiaridade de poder se ligar, sob determinadas condições – por
exemplo, nossa forte mentalização – aos demais chacras.
Chacra Etérico Coronário – Esse “rei dos chacras”
é o mais “exigente” de todos porque só se liga às nossas energias
mais sublimes. Por isto, temos motivos para suspeitar que ele possa se
ligar, sob determinadas condições muito especiais, aos chamados
“chacras superiores”, Frontal, Laríngeo e Cardíaco.
FINALIDADE
DO PRANA
O Prana é energia vitalizante
Mas não se trata de uma
energia vitalizante secundária ou auxiliar, e sim principal e
absolutamente imprescindível e indispensável à vida. Para termos uma idéia
disto, se – por absurdo inconcebível! – deixássemos de
absorver o Prana, em poucos minutos nossos corpos físico, etérico e
astral morreriam.
Alguns exemplos da importância do Prana
a) Quando desencarnados, e após superarmos nossa dependência orgânica,
o nosso corpo astral poderá se alimentar exclusivamente de Prana. Em outras
palavras, os desencarnados, facilmente, podem se alimentar exclusivamente
de Prana.
b) Recentemente, vários encarnados conseguiram desenvolver técnicas que
lhes permitem realizar a extraordinária e incrível proeza de viver
exclusivamente de Prana, ou seja, sem comerem nem beberem nada.
c) Quem vive ou diariamente passa muito tempo em contato direto com a
natureza – em locais arejados, ensolarados, próximos a grandes árvores,
florestas, bosques, oceanos, etc. – tem saúde, vitalidade e
longevidade muito maior do que quem não tem esse privilégio diário.
d) A célebre e terrível “dor de facão” – que pode nos acometer
quando fazemos grande esforço físico – pode cessar imediatamente
após proporcionarmos ao nosso Chacra Etérico Esplênico uma instantânea
captação extra de Prana Etérico através do simples ato de escostar uma
folha verde (reservatório natural de Prana Etérico) no nosso Chacra Esplênico.
e) Durante a noite, quando continuamos captando Prana porém sem contarmos
com a automática reposição de Prana pelo Sol, o estoque de Prana ao
nosso redor decresce continuamente. Por "coincidência", é
durante a noite e principalmente durante a madrugada que ocorre a maior
parte dos óbitos de pessoas doentes.
Comentários
A aparência do Prana “in
natura” – tal qual é captado pelo nosso Chacra Esplênico –
assemelha-se a um denso e compacto foco de luz de cor branco leitoso, na
forma aproximada de um cone cuja ponta penetra no nosso Chacra Esplênico.
O nosso Chacra Esplênico, após captar o Prana “in natura”, realiza
um feito semelhante ao prisma de luz porque decompõe o branco leitoso
original do Prana em oito diferentes conjuntos de cores. Em seguida, envia para
cada um dos oito destinos (sistema nervoso e os demais sete chacras
principais) o Prana na cor correspondente.
Observação
Para não criar uma possível e
desnecessária dificuldade na nossa AutoPranergização, utilizaremos, no exercício que veremos adiante,
a mentalização do nosso Chacra Esplênico captando o Prana
na forma de um cone na cor branco leitoso. Mas, ao mentalizarmos o
direcionarmemto do Prana do nosso Chacra Esplênico para cada um dos
nossos demais chacras, não utilizaremos cores. Podemos garantir que esta
omissão de cores não prejudicará em nada a nossa AutoPranergização.
Outra observação
Quando e enquanto fizermos nossa
AutoPranergização, é óbvio que, embora concentrados naquele exercício,
estaremos acordados e despertos no plano físico, o que significa que,
durante toda a nossa AutoPranergização, os nossos chacras etéricos e
astrais estarão justapostos, interpenetrados e ocupando o mesmo espaço.
Sendo assim, quando mentalizarmos cada um dos nossos chacras, saberemos
que a nossa AutoPranergização estará sendo feita naquele chacra etérico
e, simultaneamente, no correspondente chacra astral.
Por exemplo, bastará mentalizarmos a auto-energização do nosso Chacra Básico
que, simultaneamente, estaremos auto-energizando o nosso Chacra Básico Etérico
e o nosso Chacra Básico Astral.
= FINAL
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