Trechos iniciais (amostra) dos textos originais do Livro Inédito:

 

Paranormalidades Humanas,
inclusive
Mediunidades

 


© Francisco de Carvalho
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Sumário

Separando o joio do trigo

Faculdades Paranormais Mediúnicas 

Incorporação Mediúnica 

As mais conhecidas Mediunidades Mecânicas

As mais conhecidas Mediunidades Mentais 

As mais conhecidas Faculdades Paranormais Não Mediúnicas 

Os mais conhecidos Sentidos Paranormais 

Os chamados Efeitos Físicos

Complemento


Separando o joio do trigo

Os conceitos de Paranormalidades
Inicialmente
É indispensável fazer uma importante correção porque as chamadas Paranormalidades não são, ao pé da letra, paranormalidades, ou seja, não são capacidades humanas que seriam acima ou além do normal, e sim são faculdades e sentidos absolutamente naturais da criatura humana! 
Em palavras mais diretas, claras e simples, as Paranormalidades são normalidades humanas!
No entanto, por outro lado, também uma confirmação deve ser feita porque as Paranormalidades realmente são faculdades e sentidos humanos que não são executados exclusivamente com o concurso do corpo físico humano, e sim, principalmente, através de outros corpos humanos mais sutis ou extrafísicos. Por este motivo, as Paranormalidades são capacidades humanas realmente extrafísicas ou extrasensoriais ou sutis.
Comparação
No nosso passado, as Paranormalidades eram muito raras.
Ainda bem que foi assim... porque os pobres coitados dos paranormais da época foram perseguidos, discriminados e até condenados à morte pelo hediondo crime de bruxaria...
Atualmente, felizmente, aquela tola classificação de bruxaria fica cada vez mais ridicularizada e desacreditada exatamente porque as faculdades e sentidos humanos paranormais estão, cada vez mais, sendo testemunhados (se não sentidos na própria pele...) à luz do dia por uma quantidade cada vez maior de pessoas de diferentes credos e posições sociais.
Portanto, é fato incontestável que, nos dias atuais, as manifestações dos variados tipos de Paranormalidades, além de serem freqüentes, praticamente já estão generalizados.
No entanto
Por um lado, esta constatação não quer dizer que atualmente todos os seres humanos sejam dotados plenamente de Paranormalidades.
Mas, por outro lado, realmente, é uma raridade o caso de uma criatura humana que nunca tenha exercido, mesmo que esporadicamente ou mesmo eventualmente, pelo menos uma das Paranormalidades humanas:
-- Intuição!
-- Premonição!
-- Telepatia!
-- Regressão a Vidas Passadas!
-- Vidência Astral!
-- Audição Astral!
-- Mediunidade Mecânica!
-- Mediunidade Mental!
-- Projeção Astral!
-- Radiestesia!
-- Psicometria!
-- Telecinesia!
-- Etc.!

Os cientistas e as Paranormalidades
Como eles atuam?
Evidentemente com raras porém honrosas exceções, os membros da nossa comunidade científica "oficial", mesmo observando a existência de muitas Paranormalidades humanas, insistem em negar tal realidade.
Por que eles agem assim?
Por algum acaso, o motivo deles será comodismo, ou orgulho, quem sabe até para não terem que confessar a sua incapacidade (ou a sua má vontade) para compreender as nossas Paranormalidades? Não sabemos.
Mas sabemos sim!
Tal lamentável atitude é o que (ironicamente...) poderíamos chamar de legítimo comportamento anti-científico porque, dentre outros motivos, a constatação da existência de um fato (em si mesma, tal constatação) já é o reconhecimento da existência daquele fato.
Entretanto, esta brevíssima e superficial análise que acabamos de fazer diz respeito apenas ao reconhecimento científico da existência das Paranormalidades. Agora, quanto às causas das Paranormalidades, a questão fica ainda mais grave e séria porque deveria caber justamente a eles, os nossos doutos cientistas, a tarefa de pesquisá-las, descobri-las, estudá-las, classificá-las, etc. Ou não?
Conclusão
Plagiando aquele célebre e bem-humorado ditado popular latino, a maioria dos nossos cientistas pensaria assim:
-- Em absoluto e em definitivo, nós não acreditamos e nem poderíamos acreditar nas Paranormalidades humanas!
-- Mas que elas existem, existem!

Finalmente... o estudo das Paranormalidades
Não resta dúvida!
Principalmente a partir do século passado, muitas criaturas humanas vêm encarnando entre nós com a missão específica de esclarecer justamente a normalidade e a naturalidade das Paranormalidades humanas.
A seguir
Dentro do melhor possível ecletismo doutrinário, ou seja, deixando de lado conceitos religiosos e filosóficos individuais, e principalmente desatrelado de preconceitos de qualquer espécie, procuraremos analisar os fatos ocorridos com as máximas possíveis neutralidade e imparcialidade.
Allan Kardec
Sugere o bom senso que, quer sejamos adeptos ou não da Doutrina Espírita, devemos reconhecer que ele, há cerca de um século e meio, deu extraordinária contribuição ao estudo e principalmente à desmistificação de determinadas Paranormalidades humanas, com especial destaque às Mediunidades que, justiça seja feita, por ele foram estudadas pela primeira vez na nossa história, o que fez sempre com verdadeiro espírito científico.
Sugestão - Quem desejar comprovar tal afirmação deve analisar a biografia desse brilhante e respeitabilíssimo francês. Quem fizer isto com imparcialidade, certamente ficará admirado tanto com o elevado conceito que ele tinha no meio intelectual e universitário quanto com o racionalismo extremado que ele intransigentemente não abria mão de adotar em todas as suas pesquisas e em todos os seus estudos paranormais.
A nossa ciência
Novamente precisamos fazer justiça porque, a mesma área científica "oficial" que mereceu aquelas nossas críticas, agora merece receber um destaque devido pelo menos a dois dos seus segmentos:
Em primeiro lugar - À Parapsicologia, pioneiro e corajoso ramo da nossa ciência "oficial", que já demonstrou e comprovou, em laboratórios e cientificamente, a existência e o funcionamento de várias Paranormalidades humanas.
Em segundo lugar - Aos muitos cientistas de mentes abertas que têm persquisado, à sério e com verdadeiro espírito científico, as Paranormalidades humanas, notadamente nos países do chamado primeiro mundo.
Os pesquisadores independentes
Sem nenhum exagero, em sua maioria eles poderiam ser classificados como idealistas heróicos. Por que?
-- Porque, sem contar com suficientes recursos materiais e pagando o elevado preço pessoal de muitas horas subtraídas dos seus momentos de lazer e de convívios com suas famílias, eles se devotam aos árduos estudos e pesquisas das faculdades e sentidos humanos paranormais.
Como resultado desse esforço, e ao contrário do que aparenta, eles têm contribuído para o sadio esclarecimento de muitos seres humanos, notadamente nos países que não pertencem ao chamado primeiro mundo.
Milenares filosofias e religiões
É verdade! Seria injusto não registrar a contribuição à compreensão de determinados aspectos das Paranormalidades prestada por milenares doutrinas filosóficas e/ou religiosas sérias, por exemplo, apenas por exemplo - ou seja, sem citar todas - Teosofia, Esoterismo, Rosacruz e Budismo.
Atualmente
Felizmente, duas correntes filosóficas extremamente importantes - a visão holística da vida (*1) e a postura eclética e ecumênica (*2) - ambas adotadas por um crescente número de encarnados e desencarnados de mentes abertas, vêm contribuindo para esclarecer as Paranormalidades, principalmente por dois motivos:
Em primeiro lugar - Por retirar das Paranormalidades os vários rótulos - sobrenatural, místico, filosófico, religioso, oculto, etc. - classificando-as corretamente como faculdades e sentidos humanos absolutamente naturais e normais!
Em segundo lugar - Por demonstrar que as Paranormalidades não são criação e nem propriedade exclusiva de ninguém e de nenhum credo, filosofia, religião ou doutrina em particular, e sim são fatos e fenômenos normais e naturais da vida!
(*1) - Macro visão da vida, imparcial e neutra, obrigatoriamente considerando os aspectos globais de cada questão, ou seja, sempre levando em conta tanto o micro quanto o macrocosmo.
(*2) - Atitude, por um lado, de independência, imparcialidade e neutralidade, e por outro lado, de respeito às várias correntes filosóficas e religiosas sérias.

Afinal, quem tem Paranormalidades?
De um modo geral
Potencialmente, sem exceção, todos os seres humanos têm, em si mesmos, as sementes desses sentidos e faculdades extrafísicos, extrasensoriais e sutis, que erroneamente são considerados Paranormalidades.
Caso a caso
Individualmente, num determinado momento do processo evolutivo de cada criatura humana, uma a uma começarão a aflorar as suas Paranormalidades, tal qual as frutas que só amadurecem no tempo certo.

Faculdades e Sentidos Paranormais
Esta é a primeira divisão didática
Para facilitar a nossa compreensão, precisamos separar as Paranormalidades humanas em dois grupos distintos e bem caracterizados: Faculdades e Sentidos.
Faculdade paranormal
É a capacidade humana específica para executar uma ou mais ações ativas que extrapolam as possibilidades do corpo físico humano.
Sempre produz uma ação concreta, seja no plano físico - por exemplo, Passe Magnético, Passe Mediúnico, Psicofonia, Materialização - seja no plano astral - por exemplo, Projeção Astral - seja no plano etérico, por exemplo, Produção de Ectoplasma Etérico.
Sentido paranormal
É a capacidade humana específica para produzir uma ou mais percepções acima dos limites daqueles "oficiais" cinco sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) do corpo físico humano.
Portanto, são sentidos corretamente considerados extrasensoriais, por exemplo, Intuição, Premonição, Vidência Astral, etc.
Vale a pena ressaltar
Mesmo numa ligeira análise comparativa, salta aos olhos que esses dois grupos de Paranormalidades humanas são duas coisas bem diferentes, cada uma delas perfeitamente caracterizada. Vamos conferir?
A Faculdade paranormal - Realiza uma ou mais ações concretas, na maioria dos casos no plano físico e raramente nos planos etérico e astral, que extrapolam as faculdades do corpo físico humano.
Já o Sentido paranormal - Nunca executa nenhum tipo de ação concreta, e sim trata-se apenas de uma ou mais percepções sensoriais além da capacidade dos cinco sentidos do corpo físico humano.
No entanto
Esta separação que acabamos de ver não é a única necessária para a nossa compreensão das Paranormalidades humanas. Falta outra, tão importante quanto, que veremos a seguir.

Ser ou não ser Mediunidade?
Duas Perguntas
--
Afinal de contas, as Paranormalidades são ou não são (todas) Mediunidades?
-- Por que, a esse respeito, existe tão extremada divergência de opiniões, muitas vezes discutidas e defendidas com ânimos exaltados?
Respostas
Como pretendemos demonstrar, algumas Paranormalidades são Mediunidades, mas outras não são!
Quanto àquela polêmica, espera-se que agora prevaleça a sensatez, o bom senso e principalmente o legítimo espírito científico.
Atenção!
O objetivo da demonstração que faremos da separação das Paranormalidades em Mediúnicas e Não Mediúnicas, por um lado, é dar uma contribuição para o sadio e lúcido esclarecimento dessa polêmica, e por outro lado, é aprofundar a nossa compreensão, também sadia e lúcida, desse tema.
Portanto, não existe intenção de ser "dono da verdade" nem melindrar opiniões opostas e, muito menos, de alimentar discussões estéreis.

Analisemos a Mediunidade
O que é?
Mediunidade é a faculdade que possibilita que um ser humano encarnado execute uma ação concreta no plano físico, porém não na condição de autor daquela ação, como ocorre fora da Mediunidade, e sim na qualidade de apenas intermediário (médium) obrigatório de outro ser humano desencarnado, que é o verdadeiro autor daquela ação.
Conclusão simples e fácil
Quando nós, encarnados, realizamos uma ação paranormal na qualidade de autor, dirigente e comandante daquela ação, não existe Mediunidade! Esta só ocorrerá, portanto, quando nós executarmos uma ação paranormal na condição de apenas instrumento (ou intermediário ou médium) do autor desencarnado daquela ação!
A propósito
Como é fácil presumir, a finalidade da Mediunidade é justamente possibilitar aos desencarnados aquilo que eles, sozinhos, não conseguem fazer:
-- Realizar uma ação concreta aqui, no plano físico!
Em outras palavras, como eles não podem atuar diretamente no plano físico, eles utilizam determinados encarnados - mas não quaisquer encarnados, e sim somente aqueles obrigatoriamente dotados de faculdades paranormais mediúnicas - como seus indispensáveis intermediários ou médiuns para executarem ações concretas aqui no plano físico.
Num exemplo, um encarnado que seja médium-passista, mesmo que ele seja o melhor médium-passista da Terra, sozinho ele não pode aplicar um Passe Mediúnico. Por que?
-- Porque, para tanto, é imprescindível que antes (e durante) nele incorpore um desencarnado que seja o seu guia mediúnico, para então ser possível ministrar um Passe Mediúnico cujo autor será aquele benfeitor desencarnado. Noutro exemplo extremamente oposto, um encarnado que seja passista magnético pode perfeitamente, sozinho, aplicar Passes Magnéticos sem a participação obrigatória de benfeitores desencarnados.
Portanto, e ratificando, só existirá Mediunidade quando um encarnado, sozinho, não puder exercer a sua faculdade paranormal, e sim quando ele só puder exercê-la quando ocorrer a obrigatória atuação simultânea de pelo menos outra pessoa desencarnada que seja a verdadeira autora daquela ação paranormal.
Em outro exemplo, dois pintores desencarnados simultaneamente atuam mediunicamente num mesmo médium encarnado - que nada entende de pintura - através do qual pintam vários quadros completos e acabados.
Conclusão
Uma Paranormalidade humana, para ser considerada Mediunidade, exige o atendimento simultâneo de duas exigências:
Primeira exigência - Além da atuação do médium encarnado, também é obrigatória a simultânea participação ativa de um ou mais desencarnados, portanto, trata-se de uma ação paranormal que, obrigatoriamente, só pode ser executada em conjunto por encarnados e desencarnados.
Segunda exigência - O resultado da ação, obrigatoriamente conjunta do médium encarnado e de um ou mais desencarnados que nele atuam, sempre será a realização de uma ou mais ações concretas no plano físico.
Agora
Analisemos os dois parceiros obrigatórios no caso mais comum de Mediunidade, aquele que exige, além de um médium encarnado, apenas um desencarnado que atua mediunicamente naquele médium encarnado.
O médium
Obviamente é um encarnado. Mas não qualquer desencarnado, e sim única e exclusivamente aquele que é dotado de uma (ou mais de uma) Faculdade paranormal Mediúnica, cujo resultado, como já vimos, sempre é a realização de uma ação concreta no plano físico. Por exemplo: Psicofonia (palestra mediúnica), Psicografia (escrita mediúnica) e Psicopictografia (pintura mediúnica).
Na execução da Faculdade paranormal Mediúnica, o médium sempre será apenas o instrumento e o intermediário, passivo ou não, do desencarnado que nele estiver atuando mediunicamente.
O desencarnado atuante no médium
Como é lógico, não é qualquer desencarnado que atua mediunicamente em qualquer encarnado, e sim o desencarnado obrigatoriamente deve ser previamente habilitado para atuar mediunicamente no seu médium. Inclusive, o fato dessa habilitação não ser fácil nem simples (e nem rápida) explica a espinhosa fase inicial de toda Mediunidade.
Na prática, a depender tanto do tipo de Mediunidade quanto do perfil do médium, basicamente o desencarnado, ao atuar mediunicamente no seu médium, terá duas opções para realizar ações concretas no plano físico:
Primeira opção - O desencarnado será o único e exclusivo autor da ação mediúnica no plano físico, e o seu médium será apenas o seu intermediário completamente passivo. Por exemplo, Psicografia Mecânica.
Segunda opção - O desencarnado será o principal autor, e o seu médium, desde que tenha condições para tanto, será o co-autor da ação mediúnica no plano físico. Por exemplo, Passe Mediúnico e Psicografia Mental.

Analisemos a Não Mediunidade
Primeiro aspecto
Do ponto de vista da quantidade de autores simultâneos de uma Paranormalidade, quando ela comprovadamente não será Mediúnica?
Resposta - Quando a Paranormalidade puder ser realizada apenas pelo encarnado, ou seja, sem a indispensável e obrigatória atuação conjunta e simultânea de um ou mais desencarnados.
Segundo aspecto
Do ponto de vista da direção e do comando de uma Paranormalidade, quando ela comprovadamente não será Mediúnica?
Resposta - Quando o encarnado puder exercer e executar a sua Paranormalidade, ele mesmo dirigindo-a e comandando-a sozinho, sem estar no papel de intermediário de um ou mais desencarnados.
Observação
Na análise que estamos fazendo, precisamos estar atentos para não confundirmos autoria, direção e comando de uma Paranormalidade com atuação na qualidade de auxiliar na execução da Paranormalidade. Exemplos:
No Passe Mediúnico - O médium-passista deve ser precioso auxiliar do seu guia mediúnico, podendo até chegar a ser co-autor daquele passe, no entanto, o verdadeiro autor, o verdadeiro dirigente e o verdadeiro comandante daquele passe sempre será o guia mediúnico!
No Passe Magnético - Os benfeitores desencarnados devem atuar (e sempre atuam) como preciosíssimos auxiliares do passista magnético, podendo até chegar a serem co-autores daquele passe, entretanto, o verdadeiro autor, o verdadeiro dirigente e o verdadeiro comandante daquele passe sempre será o passista magnético encarnado!

Sentidos Paranormais
Afirmação taxativa e convicta!
Sem nenhuma dúvida ou exceção, cada um e todos os Sentidos paranormais não são Mediunidade! Repetindo, nenhum Sentido paranormal é mediúnico! Por que? São dois os embasados motivos:
Primeiro motivo
Para exercer qualquer um dos Sentidos paranormais, o encarnado não precisa da obrigatória participação de um ou mais desencarnados! Por exemplo, sozinho, o encarnado paranormal pode exercer (e exerce) a sua Intuição, a sua Vidência Astral, ou a sua Audição Astral, ou a sua Premonição, ou a sua Psicometria, ou a sua Radiestesia, ou a sua Quiromancia.
Em outras palavras, os Sentidos paranormais não atendem àquela primeira exigência obrigatória para as Mediunidades: "a simultânea atuação conjunta de um ou mais desencarnados".
Segundo motivo
Cada um e todos os Sentidos paranormais, por si só, nenhum deles executa qualquer tipo de ação concreta no plano físico. Por exemplo, na Vidência Astral o paranormal encarnado apenas enxerga o que ocorre no plano astral, na Audição Astral ele apenas ouve sons astrais, na Premonição ele apenas toma conhecimento antecipado de acontecimentos futuros.
Em outras palavras, os Sentidos paranormais também não atendem àquela segunda exigência obrigatória para as Mediunidades: "a realização de uma ação concreta no plano físico".

Faculdades Paranormais
Umas são Mediunidades
Por exemplo, Psicopictografia ou Pintura Mediúnica, Passe Mediúnico, Psicofonia, Psicografia, Xenoglossia. Em cada um e em todos esses casos são integralmente atendidas aquelas duas exigências simultâneas para a Mediunidade:
Em primeiro lugar - A Paranormalidade só poderá ser exercida se e enquanto ocorrer uma ação conjunta de (pelo menos) um médium encarnado que, naquele momento, esteja sendo mediunicamente atuado por um desencarnado.
Em segundo lugar - O exercício da Paranormalidade resultará, obrigatória e inexoravelmente, em uma ação concreta no plano físico.
Outras não são Mediunidades
Por exemplo, Passe Magnético, Projeção Astral, Produção de Ectoplasma Etérico. Em cada um e em todos esses casos, para ser exercida, a Paranormalidade não exige a obrigatória atuação conjunta e simultânea de um ou mais desencarnados porque o encarnado que for dotado de uma (ou de mais de uma) dessas Paranormalidades, sozinho, poderá exercê-la perfeitamente bem.
Entretanto, atenção! - Enquanto nas Faculdades paranormais Mediúnicas uma das duas condições simultâneas é a obrigatoriedade de execução de ação concreta no plano físico, nas Faculdades paranormais Não Mediúnicas tal ação concreta no plano físico não é obrigatória, mas eventualmente pode ocorrer, por exemplo, no caso dos Passes Magnéticos.
Novamente atenção! - As Faculdades paranormais Não Mediúnicas também têm a característica de poder executar ação concreta não apenas no plano físico, como no caso dos Passes Magnéticos, e sim também no plano etérico (Produção de Ectoplasma Etérico) e no plano astral (Projeção ou Viagem Astral).


= FINAL DESTA AMOSTRA =

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