Trechos iniciais (amostra) dos textos originais do Livro Inédito:

 

S I E N E
O QUE PARECE MUITO COM OBSESSÃO
= MAS NÃO É =
E O CORRESPONDENTE TRATAMENTO

 


© Francisco de Carvalho
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site PortaLuz
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Sumário

Parte 1 – Lembretes

Parte 2 – Siene, o que parece muito com Obsessão, mas não é

Parte 3 – O Tratamento da Siene


Parte 1
Lembretes


Primeiro
Este tema já foi analisado pelo livro "Influências Energéticas Humanas", do mesmo autor. Mas agora, devido à importância desta grave e séria problemática humana, é abordado nesta obra com exclusividade e com o devido destaque. 

Segundo
Tanto pela aparente similaridade com as obsessões quanto por outras informações necessárias, ao longo desta obra precisaremos nos referir ao mencionado livro "Influências Energéticas Humanas", ao qual chamaremos de IEH, ou seja, apenas pelas iniciais daquele título.

Terceiro
Sem previamente compreender o Magnetismo Humano Sutil ou Extrafísico, em particular a Obsessão e a Desobsessão, é missão impossível pretendermos compreender "o que se parece muito com Obsessão, mas não é". Entretanto, dentro do possível relembraremos os correspondentes tópicos de IEH.

Quarto
Para facilidade de compreensão deste nosso tema tão importante mas tão pouco estudado, o formato desta obra é de perguntas e respostas.


Parte 2
O que parece muito com Obsessão,
mas não é!


2.1
Qual foi o começo de tudo?

Quem bem ilustra o que ocorreu
é a conhecida sabedoria popular
Ela nos ensina que “na casa que tem menino e cachorro, adulto não leva culpa de nenhum malfeito.”

Analisemos a problemática obsessiva
Justiça seja feita! A humanidade terrestre deve ao Espiritismo as luzes lançadas sobre tão grave e sério problema humano.
É importante lembrar que tal justo reconhecimento de mérito da Doutrina Espírita é feito com completa imparcialidade. Afinal de contas, todas as obras deste autor só tem um único compromisso – com a verdade – portanto, não têm nenhum vínculo religioso ou filosófico.
Voltando ao nosso assunto, sabemos que depois que a problemática obsessiva ficou amplamente conhecida (embora não necessariamente compreendida) aconteceu algo semelhante ao descrito naquela “sabedoria popular”, evidentemente restrito às pessoas que conhecem, ou julgam conhecer, aquela invisível influência energética sutil (ou extrafísica) nociva causada aos encarnados por desencarnados.

Vejamos o que ocorreu
Para muitos, os obsessores foram eleitos os “bodes expiatórios” de todos os malefícios que acontecem com os encarnados, desde que as causas daqueles problemas sejam invisíveis e aparentemente inexplicáveis.
Assim sendo, se alguém ficou subitamente doente, se perdeu o emprego sem motivo aparente, se sofreu um acidente, se brigou com a namorada ou com a esposa, se teve um prejuízo financeiro, etc., a “sábia” conclusão imediata é que aquilo foi obra de algum obsessor...

Um momento!
Se a problemática obsessiva não é o nosso tema, e sim é outro assunto abordado em IEH, por que foi mencionada aquela história do obsessor ter virado “bode expiatório”? Por que não entramos logo no assunto exclusivo desta obra ?
Calma! – Não estamos perdendo tempo. Lembremo-nos que o próprio título desta obra informa que a Siene se parece muito com Obsessão, portanto, é lógico que aquela história ocorrida com a Obsessão tem tudo a ver com o objeto do nosso presente estudo.

2.2
Indo direto ao ponto,
o que é que se parece tanto com obsessão,
mas não é?

Resposta
Em primeiro lugar – Tal qual ocorre na Obsessão, são sutis (ou extrafísicas) influências energéticas nocivas que podem ser sofridas pelos encarnados.
Observação – São influências energéticas sutis porque são imperceptíveis e invisíveis, e são extrafísicas porque não são produzidas por energias físicas ou do mundo físico. 
Em segundo lugar – Tal qual ocorre na Obsessão, são sutis (ou extrafísicas) influências energéticas nocivas que são causadas por seres humanos aos seres humanos.
Em terceiro lugar – Ao contrário do que ocorre na Obsessão, não são sutis (ou extrafísicas) influências energéticas humanas nocivas causadas por desencarnados, e sim são sutis (ou extrafísicas) influências energéticas humanas nocivas causadas por encarnados.

Portanto, em resumo
Aquilo que se parece muito com Obsessão, mas não é, são as sutis (ou extrafísicas) influências energéticas humanas nocivas causadas por encarnados a encarnados.

2.3
Por que o termo SIENE?

Como é obvio
Ao longo desta obra teremos que, inúmeras vezes, referir-nos às “sutis influências energéticas nocivas causadas por encarnados a encarnados”.
Que exagero! – São 9 palavras e 66 letras para exprimir o nome do assunto que vamos estudar e que repetiremos muitas vezes.

Bom senso
Sem dúvida! “Sutis influências energéticas nocivas causadas por encarnados a encarnados” é um título enorme, portanto, urge abreviá-lo adequadamente, tanto para economizarmos espaço nesta obra quanto para não cansar a nossa leitura.

Assim sendo
Daqui em diante chamaremos as “sutis influências energéticas nocivas causadas por encarnados a encarnados” simplesmente de Siene.

2.4
Qual é o motivo da Obsessão ter sido eleita
“bode expiatório” dos nossos problemas “inexplicáveis”?

Analisemos os nossos problemas “inexplicáveis”
Nós, os encarnados, podemos ter uma variada quantidade de problemas súbitos e/ou sem motivos visíveis e/ou sem explicação aparente, etc,. que até podem ser sérios e/ou graves. De tais malefícios, as muitas diferentes causas podem ser de vários tipos. Dessas causas, se excluirmos aquelas que são cármicas e outras que são naturais (doenças, acidentes, conseqüências de vícios e/ou desregramentos, etc.) que causas ainda podem existir?
Resposta – Pelo menos podem existir duas causas: a Obsessão e a Siene.

Até aqui tudo bem,
então continuemos esta análise

Considerando o que acabamos de ver, pode perfeitamente ocorrer que nós – encarnados que estudamos a Bioenergética Humana Extrafísica ou Sutil – quando temos um problema “inexplicável” e que comprovadamente não se trata nem de causa cármica nem de causa natural, nada mais justo do que suspeitarmos de Obsessão ou de Siene. Entretanto, a verdade é que a Obsessão é muito conhecida, enquanto a Siene é completamente ignorada pela esmagadora maioria dos seres humanos.
Conclusão – Aquela maioria dos encarnados que conhece a problemática obsessiva mais ignora a Siene, quando tem aquela suspeita, em vez de admitir que a causa seja Obsessão ou Siene, imediatamente afirma que se trata de Obsessão.

Portanto
Por dois motivos a Obsessão foi eleita “bode expiatório” dos nossos problemas “inexplicáveis”.
Primeiro motivo – Quando somos prudentes, inicialmente analisamos se é o caso de causa cármica ou causa natural. Se comprovadamente não é nem uma coisa nem outra, porém se desconhecemos a existência da Siene, é evidente que só poderemos suspeitar de Obsessão.
Segundo motivo – Se somos imprudentes não consideramos nem a causa cármica e nem a causa natural. Neste caso, imediatamente julgaremos que se trata de Obsessão, obviamente se desconhecermos a existência das Sienes.

2.5
Porque a Siene se parece tanto com Obsessão?

Semelhança
Na Obsessão os sintomas e os efeitos são muito parecidos – mais muito parecidos mesmo! – com aqueles produzidos pelas Sienes. Em muitos casos são idênticos.
Motivo – A semelhança é tão grande porque, em ambos os casos, trata-se da mesma coisa: influências de sutis (ou extrafísicas) energias humanas nocivas.

Diferença
Na Obsessão – A influência de sutis (ou extrafísicas) energias humanas nocivas é causada por desencarnados.
Na Siene – A influência dessas sutis (ou extrafísicas) energias humanas nocivas é causada por encarnados.

2.6
É o caso do “mau- olhado”?

Correto!
Este é um caso triste, mas é um exemplo clássico de Siene.

Vamos analisá-lo?
Inicialmente, lembremo-nos de uma realidade do nosso cotidiano:
– É uma raridade existir um encarnado que nunca sofreu diretamente o efeito de um “mau- olhado” ou, pelo menos, que nunca soube que aquele terrível mal vitimou algum conhecido seu.
A seguir – Vejamos os três  mais comuns casos de  “mau- olhado” que, infelizmente, podem fazer parte do nosso dia–a–dia.

Primeiro caso
Algumas vezes o “mau- olhado” é causado por pessoas muito invejosas, muito negativas e sem nenhum escrúpulo, daquele tipo que é capaz de fazer qualquer coisa para obter aquilo que invejou com todas as suas forças.
Neste caso – Trata-se do efeito direto de uma das piores, mais potentes, deletérias e terríveis energias humanas sutis ou extrafísicas – a inveja – gerada de maneira voluntária, acrescida de um deliberado e potente desejo de possuir aquilo que foi invejado.
Conclusão – Neste primeiro caso de "mau-olhado" sempre existem culpa e dolo.

Segundo caso
Na maioria das vezes o “mau- olhado” é causado por pessoas muito invejosas que "surpreendentemente" têm escrúpulos e, portanto, são incapazes de planejarem meios escusos para obterem aquilo que invejaram. Tais pessoas apenas têm uma intensa inveja, porém sem nenhuma segunda intenção. Portanto, quem gera esse tipo de potente inveja não sabe que está causando malefícios às pessoas ou aos objetos daquela inveja.
Neste caso – Trata-se apenas (apenas?) do efeito direto de uma das piores energias humanas sutis – a inveja – potentíssima e tremenda nociva, gerada de maneira voluntária porém, repetindo, sem nenhum desejo consciente de prejudicar o objeto daquela inveja.
Que contradição! – Por um lado, aquela inveja propriamente dita foi gerada de forma voluntária e consciente, portanto, quem a gerou é pessoa tremendamente invejosa. Mas, por outro lado, o conseqüente e inexorável “mau- olhado” foi totalmente involuntário.
Conclusão – Neste segundo caso de “mau- olhado” existiu culpa involuntária, devido à inveja, mas não houve dolo porque inexistiu a intenção de causar prejuízo ao objeto daquela inveja.

Terceiro caso
Parece impossível mas pode acontecer que o involuntário e inconsciente causador do “mau- olhado” seja um indivíduo bom e prestativo que, além disto, comprovadamente não é invejoso.
Um momento! – Nesse terceiro caso, considerando que aqueles portadores de "maus- olhados" são pessoas boas, prestativas e não invejosas, é óbvio que elas geram sutis energias positivas, portanto, na “média” os sutis campos magnéticos delas devem estar positivos. Sendo assim, como elas podem produzir “maus-olhados” como conseqüências das sutis energias negativas e deletérias delas?

Resposta
Em primeiro lugar – Realmente, os sutis campos magnéticos daquelas pessoas devem estar, na “média”, muito positivos como resultado da predominância das sutis energias positivas sobre as sutis energias negativas que elas geram no cotidiano.
Em segundo lugar – Algumas daquelas sutis energias negativas, que em menor quantidade estão nos campos magnéticos sutis delas, podem ser justamente as causadoras dos “maus–olhados”.
Em terceiro lugar – Aquelas sutis energias causadoras dos “maus–olhados” podem ser poderosos resíduos de sutis energias deletérias que elas geraram, em extraordinárias quantidades abundância, em encarnações anteriores. Por exemplo, em terríveis trabalhos de magia negra.

Comentário
Naquele terceiro caso, um outro exemplo (em tese) poderia ser que algumas daquelas pessoas estariam sofrendo de terríveis Obsessões que seriam as únicas causas daqueles “maus–olhados”.
Neste caso – Não seria Siene. Seria Obsessão mesmo...

2.7
Como pode um encarnado causar uma Siene?

Quem nos responde?
É o Magnetismo Humano Sutil ou Extrafísico,

Como explica IEH
São três os destinos de cada sutil (ou extrafísica) energia gerada pelos seres humanos. Dois desses destinos são automáticos, obrigatórios, compulsórios e automáticos.
O primeiro destino – É o sutil campo magnético da própria pessoa que gerou a sutil energia.
O segundo destino – É o sutil campo magnético do lugar onde a pessoa estava no exato momento que gerou aquela sutil energia.
O terceiro destino – Poderá ser outra pessoa. Entretanto, esse terceiro destino não é automático nem obrigatório nem compulsório nem automático, e sim exige o atendimento simultâneo de uma opção e de uma condição.

A opção e a condição
para esse terceiro destino
A opção – Obrigatoriamente a sutil energia humana deverá ser gerada simultaneamente com a potente mentalização da pessoa–alvo.
A condição – Aquela sutil energia gerada pela pessoa eminente simultaneamente com a potente mentalização da pessoa-alvo, obrigatoriamente deverá ser gerada com potência suficiente para chegar até a pessoa–alvo.

Portanto
Uma Siene sempre ocorrerá quando um encarnado gerar uma sutil energia negativa – atendendo simultaneamente àquela opção e àquela condição – para o terceiro destino das sutis energias geradas pelos seres humanos, ou seja, para uma pessoa-alvo.

Conclusão
A Siene, tal qual a Obsessão, tem os seus fatos geradores no próprio Magnetismo Humano Sutil ou Extrafísico,  obviamente aliado ao livre arbítrio e ao nível evolutivo dos seres humanos.

2.8
Por exemplo, Fulano e Sicrano são encarnados.
Quais são as condições para Fulano produzir uma Siene para Sicrano?

Resposta
Para Fulano produzir uma Siene para Sicrano, ele deverá atender a três exigências simultâneas:
Primeira exigência – Fulano deverá gerar uma sutil energia muito negativa.
Segunda exigência - Aquela sutil energia muito negativa gerada por Fulano deverá ser muito potente.
Terceira exigência – Simultaneamente com a geração daquela sutil energia muito negativa e muito potente, Fulano deverá estar mentalizando Sicrano com o máximo vigor possível.

Entretanto
Fulano, por mais incrível que possa parecer, poderá produzir uma Siene para ele mesmo.
Como isto é possível? – Tudo dependerá do fato gerador de Siene que Fulano produzir.

2.9
Quais são os fatos geradores da Siene?

Resposta
São três. São justamente aqueles três destinos de cada uma e de todas as potentes e sutis energias nocivas geradas por encarnados.  


= FINAL DESTA AMOSTRA =

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